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OS
MEUS AMORES
Trindade Coelho |
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CONTOS
POPULARES PORTUGUESES
Consiglieri
Pedroso |
A atenção que a Ulmeiro dedica à literatura oral e tradicional leva-nos a
reeditar mais este clássico, assim apresentado por Consiglieri Pedroso na
edição original: "Todos os contos que figuram neste volume foram coligidos
directamente da tradição oral, de modo que a sua genuidade é de todo o ponto
irrefutável.
(…) Como seria, porém, repetir uma demonstração que já está feita o provar
que os contos que andam na tradição oral do povo português não são o produto
de uma influência literária recente, limitamo-nos a reproduzir a este
respeito as conclusões a que o Sr. Adolfo Coelho chegou no belo prólogo que
precede o volume dos seus contos.
São elas as seguintes:
1.º todos os contos portugueses provêm directa ou
indirectamente da boca popular, quase todos foram aprendidos na infância pelas pessoas que os
escreveram ou narraram, e em geral, como essas pessoas o afirmaram, de
outras de bastante idade.
2.º nos antigos escritores portugueses, nos adágios, nos prolóquios da
língua há alusões a esses contos, ou a contos do mesmo género.
3.º Alguns escritores portugueses apresentam versões literárias desses contos.
4.º A comprovação demonstra que nesses contos há particularidades antigas
que faltam ou se acham alteradas nas versões literárias estrangeiras, que
modernamente entre nós podiam ser conhecidos.
5.º Muitos desses contos não se acham em versões estrangeiras traduzidas ou
conhecidas em Portugal.
Todas estas asserções se podem demonstrar (…)". |
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SONETOS
Antero de Quental |
Esta colecção de sonetos é,
ao mesmo tempo biográfica e cíclica. Conta-nos as tempestades de
um espírito; mas essas tempestades não são os quaisquer
episódios particulares de uma vida de homem: são a refracção das
agonias morais do nosso tempo, vividas, porém, da imaginação de
um poeta. ( 4ª edição )
Oliveira
Martins
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CANCIONEIRO
DE ABRIL
José Viale Moutinho |
Cancioneiro
de Abril é o revisitar dos textos que serviram de base a algumas das melhores
cantigas portuguesas. Digamos que estão coligidos exemplos claros de uma forma de
resistência que se enfrentava constantemente com a Censura e com a Polícia. Versos
contra o esquecimento, bandeiras vermelhas desfraldadas antes e depois do 25 de Abril. |
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MEMÓRIAS
PÓSTUMAS DE BRÁS CUBAS
Machado
de Assis |
Com Memórias Póstumas de
Brás Cubas, publicado em 1881, Machado de Assis inaugura o
realismo nas letras brasileiras. A partir desta obra ele revela-se
um arguto observador e analista psicológico dos personagens.
O ritmo da obra é lento, com várias digressões e narrado de
maneira irreverente e irónica por um "defunto autor" (e não
um "autor defunto", como podem pensar). Brás Cubas, por
estar morto, exime-se de qualquer compromisso com a sociedade,
estando livre para criticá-la e revelar as hipocrisias e vaidades
das pessoas com quem conviveu.
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Esta é a 2.ª edição da Ulmeiro do único texto editado ainda em vida de
Kafka por insistência do seu amigo Max Brod.
"Trata-se de um conjunto de textos, escritos entre 1904 e 1912, escolhidos
e organizados pelo próprio autor para um volume que hoje ilustra a fase
inicial da sua produção literária: pequenas composições e fragmentos
diarísticos, onde se captam singularmente gestos, sensações, olhares,
vivências, reflexões, e cujo denominador comum é a extrema sensibilidade na
sua percepção e a minúcia e lucidez na descrição. (…)" |
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O
CORVO E OUTROS POEMAS
Edgar
Allan Poe |
Edição bilingue,
inglês-português, de um clássico da literatura. A tradução dos
poemas para português é de Fernando Pessoa.
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NOA
NOA
Gauguin |

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UMA
VISITA A PORTUGAL
Andersen |

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